Escândalo no Meio do Mundo: Reforma do Marco Zero salta para R$ 8 milhões com uso de empréstimos e verba própria
Escândalo no Meio do Mundo: Reforma do Marco Zero salta para R$ 8 milhões com uso de empréstimos e verba própria
Enquanto havia recursos federais garantidos desde 2020, o Governo do Estado optou por endividar o Amapá e sacrificar o orçamento ordinário para custear a obra do monumento.
A reforma do Monumento Marco Zero do Equador, um dos maiores símbolos do Amapá, tornou-se o centro de uma polêmica sobre gestão de recursos públicos. O que deveria ser uma revitalização planejada transformou-se em um ralo de dinheiro que já soma R$ 8.011.923,09, após um aditivo de mais de R$ 2,6 milhões sobre o valor original.
Os Números do Desperdício
O contrato inicial, fechado em R$ 5.393.000,00, sofreu um reajuste pesado. Até o momento, o Estado já desembolsou R$ 6.367.206,42. A grande questão que paira sobre a Secretaria de Infraestrutura não é apenas o valor, mas a origem do dinheiro.
| Fonte de Recurso | Valor Pago | Origem |
| Fonte 754 | R$ 4.925.510,93 | Dinheiro de Empréstimo (Dívida) |
| Fonte 500 | R$ 1.441.695,49 | Recursos Próprios (Tesouro) |
| TOTAL PAGO | R$ 6.367.206,42 |
A Estratégia Questionável
O ponto mais crítico da denúncia revela que a obra possuía recurso federal garantido via convênio (Fonte 700) desde o ano de 2020. Mesmo com o dinheiro em “caixa” vindo de Brasília, a gestão estadual preferiu:
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Aumentar a dívida pública: Usando quase R$ 5 milhões provenientes de empréstimos que as futuras gerações terão que pagar.
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Sacrificar serviços essenciais: Retirando R$ 1,4 milhão do orçamento próprio (Fonte 500), verba que deveria ser utilizada para o pagamento de fornecedores, manutenção de hospitais e segurança pública.
“Dinheiro de empréstimo deve servir para expandir a infraestrutura e gerar desenvolvimento, não para cobrir buracos de gestão em obras que já tinham financiamento garantido”, afirma o texto da denúncia.
O Custo de Oportunidade: O que daria para fazer?
Para se ter uma ideia do montante, os quase R$ 5 milhões retirados de empréstimos seriam suficientes para:
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Asfaltar quilômetros de vias urbanas em bairros periféricos;
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Reformar e equipar unidades de saúde;
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Investir na recuperação de escolas estaduais que aguardam manutenção.
Gestão ou Falta Dela?
A decisão de ignorar o convênio federal e utilizar fontes que oneram diretamente o estado levanta um sinal de alerta sobre a saúde financeira do Amapá. Enquanto o monumento recebe cifras milionárias sob suspeita de má gestão, o cidadão sente o reflexo na ponta: falta de insumos, atraso com prestadores de serviço e um endividamento crescente.
Box 1 (Valores da Obra): REFORMA DO MARCO ZERO
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Contrato Original: R$ 5.393.000,00
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Aditivo (Aumento): + R$ 2.618.923,09
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Custo Final: R$ 8.011.923,09
Box 2 (De onde veio o dinheiro pago?): PAGO COM SEU DINHEIRO:
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R$ 4,9 MILHÕES (DINHEIRO DE EMPRÉSTIMO! 💸 DÍVIDA DO ESTADO!)
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R$ 1,4 MILHÃO (DO ORÇAMENTO PRÓPRIO! 💰 Faltando para Saúde, Educação e Ruas!)
Box 3 (O questionamento): O PROBLEMA: HAVIA RECURSO FEDERAL GARANTIDO DESDE 2020! POR QUE ENDIVIDAR O ESTADO E USAR VERBA ESSENCIAL?
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| **O ESCÂNDALO DOS R$ 8 MILHÕES NO MARCO ZERO!** |
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| **REFORMA DO MARCO ZERO** **PAGO COM SEU DINHEIRO:** |
| Contrato Original: R$ 5,3 mi R$ 4,9 MILHÕES (DÍVIDA! 💸) |
| Aditivo: + R$ 2,6 mi R$ 1,4 MILHÃO (ORÇAMENTO! 💰)|
| **Custo Final: R$ 8,0 MI** |
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| **O PROBLEMA: RECURSO FEDERAL GARANTIDO DESDE 2020!** |
| POR QUE ENDIVIDAR O ESTADO E USAR VERBA ESSENCIAL? |
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| **MÁ GESTÃO. QUEM PAGA É VOCÊ!** |
| #MarcoZero #Amapá #Transparência #DinheiroPúblico #Escândalo |
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A população aguarda esclarecimentos: Por que o recurso federal não foi integralmente utilizado? E por que priorizar o endividamento em vez da eficiência fiscal?





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