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Militares do Amapá Repudiam Novo Sistema de Proteção Social

Militares do Amapá Repudiam Novo Sistema de Proteção Social

Falta de Transparência e Alíquota de 10,5% Geram Crise na Categoria; Deputado R. Nelson Cobra Diálogo

A proposta de um novo Sistema de Proteção Social para os Militares do Amapá desencadeou uma onda de protestos e revoltas na categoria. Associações e representantes militares divulgaram uma nota de repúdio contra o projeto, alegando falta de transparência em sua elaboração, um aumento considerado excessivo na alíquota de contribuição e na exclusão de grupos específicos do texto.

A principal crítica reside no percentual proposto: o sistema estabelece uma alíquota de contribuição de 10,5% sobre os contribuintes, um valor visto pelos militares como abusivo e que impactará diretamente seus rendimentos, sem o diálogo devido prévio.


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O Posicionamento dos Militares

Uma nota de relatório, amplamente divulgada entre as praças e oficiais, destaca que a categoria não foi ouvida de forma efetiva durante a construção do projeto. Os militares defendem que qualquer alteração em seu sistema previdenciário deve ser fruto de um debate democrático e técnico, garantindo a sustentabilidade do sistema sem penalizar os prejudiciais.

As exclusões e as lacunas do projeto também são motivo de preocupação, levantando questionamentos sobre a segurança jurídica e a cobertura social de todos os membros e dependentes.


R. Nelson Comenta e Cobra Diálogo

O deputado estadual R. Nelson (PL) , que acompanhou de perto a insatisfação da categoria, comentou o caso e manifestou seu apoio à demanda por mais transparência e participação.

O parlamentar realizou suas redes e pronunciamentos para cobrar publicamente o Executivo para abrir um canal de negociação com os representantes militares antes que o projeto fosse enviado à Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP) para votação.

“É inadmissível que um projeto de tamanha importância e que impacta diretamente a vida e o futuro das famílias dos nossos militares seja feito a portas fechadas. Uma alíquota de 10,5% é um peso que não pode ser imposto sem a devida discussão.

O posicionamento do deputado ecoa o sentimento de urgência dos militares, que pretende barrar a votação até que os pontos controversos, especialmente a alíquota e a abrangência, sejam revistos.


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Próximos Passos

A pressão da categoria, aliada à cobrança política, coloca o Governo do Amapá em Berlim. Espera-se que a gestão estadual responda à nota de repúdio e decida se abrirá uma mesa de negociação com os militares antes de oficializar o envio do projeto de lei para análise e votação na ALAP.

A matéria reflete o debate entre a necessidade de adequação dos sistemas de proteção social e a garantia dos direitos e da participação dos servidores públicos.


Gostaria de procurar por mais detalhes técnicos sobre a alíquota de 10,5% e o que ela representa em comparação com outros estados ou sistemas?

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