Servidores relatam meses sem receber salários, falta de internet e suspensão de novos cadastros; população e trabalhadores cobram respostas do Governo do Estado.
Uma série de graves denúncias veio à tona envolvendo a situação dos trabalhadores e o funcionamento do Centro de Referência em Órtese e Prótese e Reabilitação do Amapá (CREAP). De acordo com relatos de funcionários da unidade, os salários estão em atraso há meses, gerando um cenário de incerteza e dificuldades financeiras para os profissionais que atuam no local.
Além da falta de pagamento aos trabalhadores, o atendimento à população que depende dos serviços de reabilitação, próteses e órteses no estado está diretamente afetado. Segundo as denúncias, o centro enfrenta a ausência de conexão de internet e a suspensão de novos cadastros, o que tem paralisado fluxos essenciais de atendimento e impedido que novos pacientes tenham acesso aos tratamentos necessários.
A situação atinge dois lados vulneráveis: de um lado, os profissionais que continuam desempenhando suas funções sem a devida remuneração e respeito aos seus direitos trabalhistas; do outro, cidadãos que necessitam de cuidados contínuos de saúde e reabilitação e encontram portas fechadas ou serviços limitados.
Diante do cenário, cobranças formais de explicações e providências urgentes estão sendo direcionadas ao Governo do Estado do Amapá e aos órgãos responsáveis pela gestão da saúde pública. A exigência é para que os pagamentos em atraso sejam regularizados imediatamente e que a infraestrutura básica do CREAP seja restabelecida para garantir um atendimento digno à população.
Até o momento do fechamento desta matéria, o Governo do Estado não havia se pronunciado oficialmente sobre os prazos para a regularização dos pagamentos e a normalização dos serviços do centro.
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